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O músico carioca PK (FOTO: Reprodução)

2019 foi um bom ano para quem soube investir nas plataformas de streaming como o Spotify, e um dos nomes que mais surfou nesta onda foi o do jovem PK. Dono do hit “Quando a Vontade Bater”, PK faz parte dessa nova leva que faz de tudo um pouco e não sabe se definir num conceito só.

Misturando rap e funk, o músico nos entregou também parcerias com Ludmilla, Belo, Clau e mais recentemente com Luisa Sonza em “Tudo de Bom”. Apesar de iniciante na estrada como cantor solo, PK já emparelhou sequencias de hits nas paradas do Brasil e será atração do Lollapalooza 2020 em São Paulo. Em entrevista ao Observatorio de Musica, PK faz um balanço do seu ano na música, relembra o sucesso repentino de “Quando a Saudade Bater” e deixa escapar um de dos feats dos sonhos. Confira:

“Quando a Vontade Bater”, é o seu maior hit até hoje, você quem compôs e colocou numa rede social sem nenhuma pretensão não foi? Quando é que você sentiu que a faixa tinha potencial para um hit?

Foi exatamente assim. Fiz e joguei a canção no Twitter e bombou muito. Desde que eu escrevi e gravei, acreditei muito nela para virar hit. Hoje só posso agradecer às pessoas por ouvirem a música e a Deus, por trazer esse reconhecimento ao meu trabalho. Ralo muito todos os dias em busca do meu espaço. Faço com amor, é o que mais adoro na vida: cantar”.

Lançar várias faixas em ritmos diferentes foi uma estratégia pra descobrir o que os seus fãs realmente gostam de ouvir?

“Não, meus fãs gostam de ouvir rap, funk. Mas, eu também queria mostrar que sou versátil e posso cantar outros estilos. Sou cantor, não me prendo a uma coisa só, gosto de inovar sempre”.

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Quando é que vem outro proibidão do PK?

“Ano que vem tem muita boa para acontecer – músicas e parcerias pesaaaadas haha. Aguardem!”

“Tudo de Bom” com a Luisa Sonza será a sua aposta para o verão ou até o final do ano ainda vem mais singles?

Não, “Tudo de Bom” é a última música que lanço esse ano e minha aposta, o retorno do single e clipe estão ótimos, estou muito feliz. No começo do ano, também vem novidades. Estamos preparando muitas novidades!“.

Como foi trabalhar com a Luisa?

“Ela é muito gente boa, admiro o trabalho dela. Luísa é focada, sabe o que quer. Tê-la nesse feat foi incrível! Tinha que ser ela!”.

Você consome funk, também? O que é que você gosta de ouvir?

“Amo funk, escuto muito! Consumo demais, ouço Kevin O Chris, Ludmilla, produções do Papatinho, Don Juan, Kekel e muitos outros”.

Qual é a pegada que você pretendeu seguir pro seu primeiro EP? “Mostrar o artista que eu sou, minha versatilidade e meu trabalho”.

Qual seria um feat. dos sonhos?
“Vários! Tem muita gente que quero trabalhar ainda. Para dizer um, Kekel!”