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A cantora norte-americana Madonna (FOTO: Reprodução)

Por causa de uma medida legal da União Europeia revelada pelo jornalista político Paul Dallison, Madonna poderia perfeitamente se juntar ao grupo de países europeu por ter doado mais dinheiro para combater o novo coronavírus do que vários de seus membros atuais. As informações foram publicadas pelo site britânico Indy 100.

Madonna dou US$ 1 milhão durante uma cúpula on-line realizada pela presidente da Comissão da UE, Ursula von der Leyen, com o objetivo de arrecadar dinheiro para pesquisar o desenvolvimento de vacinas contra o novo coronavírus e produzir testes. No total, foram doados US $ 8 bilhões (US $ 6,5 bilhões) de 40 países e doadores da UE, incluindo US $ 388 milhões do Reino Unido.

A doação de Madonna lhe coloca à frente da Estônia e Lituânia, que não doaram, e dos EUA e da Rússia, que não participaram. Por causa da recente saída do Reino Unido da UE, Madonna poderia, teoricamente, intervir em tal decisão política. A Rainha do Pop ficaria bem posicionada para ocupar o lugar ausente, já que ela viveu no Reino Unido por quase uma década enquanto casada com o diretor inglês Guy Ritchie. Alguns fãs apontam até que ela tem um pouco do sotaque britânico.

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E quem pode dizer que a “mãe da reinvenção” não estaria preparada para um novo capítulo, se não um pouco bizarro, de sua carreira? Para se qualificar para o status de membro pleno, Madonna de fato precisaria ser um país real, e não temos muita certeza de como ela iria se reinventar como tal. No entanto, se ela conseguisse, seria bem simples para ela ingressar na União Europeia: ela apenas teria que concordar em defender o artigo dois do Tratado da União Europeia: defender “a dignidade humana, liberdade, democracia, igualdade, regra direito e respeito pelos direitos humanos, incluindo os direitos das pessoas pertencentes a minorias”.