A música que membro dos Beatles criou quando ficou de saco cheio da banda

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Sem dúvidas, um dos maiores álbuns dos Beatles é o clássico Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, lançado em 1967. Há tempos ele é classificado como uma obra prima conceitual, que marca o momento em que Paul McCartney finalmente assumiu o controle da música dos The Beatles.

O álbum, e as canções nele incluídas, deram a John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr algo que eles tinham desejado durante muito tempo – já não tinham que estar nos Beatles.

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Tudo graças ao conceito genial de McCartney para o novo álbum: o grupo iria se tornar uma banda completamente nova. Há uma canção em que esse conceito foi trabalhado: a ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’, faixa de abertura do álbum.

Foto: Reprodução

Essa foi a primeira canção que surgiu na mente de Paul durante a idealização do projeto. Mas por que um nome tão longo? “Paul fez Sgt. Pepper” depois de uma viagem à América, e foi influenciado por toda essa moda de grupos com nomes longos que existia ao longo da costa ocidental”, recordou Lennon.

“Sabe, quando as bandas já não eram os Beatles ou os Cricket, mas sim Fred And His Incredible Shrinking Grateful Airplanes, certo? Então, acho que ele foi influenciado por isso e teve essa ideia para os Beatles”, completou.

“Nós iríamos inventar toda uma cultura à sua volta e reunir todos os nossos heróis num só lugar. Aí pensei ‘Um nome tipicamente estúpido que ‘Dr. Hook’s Medicine Show and Traveling Circus’ seria ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’. Na verdade é apenas um jogo de palavras”, explicou McCartney.

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Em 1994, McCartney voltou a falar sobre a canção, o álbum e da necessidade desesperada de fugir da fama que estavam construíndo. “Estávamos cansados de ser os Beatles. Odiávamos mesmo aquela maldita fama dos quatro menininhos com franjinha. Nós não éramos garotos, éramos homens”.

A fala seguinte de McCartney deixou claro o quanto estavam fartos do rumo que a carreira estava tomando: “Tudo havia desaparecido, toda aquela merda de menino, toda aquela gritaria, nós não queríamos mais aquilo. Além disso, nós tínhamos começado a usar maconha e começamos a pensar em nós mesmos como artistas e não apenas intérpretes… E, de repente, no avião, tive esta ideia.

“Pensei: ‘Não vamos ser nós mesmos. Vamos desenvolver alteregos para não termos que projetar a imagem que conhecemos. Seria muito mais libertador”, continuou.

Ouça a música abaixo:

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