Antes de morrer, MC Kevin estava respondendo por quatro crimes

As quatro infrações que o cantor responde, aconteceram em São Paulo, onde ele morava

Publicado em 5/21/2021
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

No último domingo, o funkeiro MC Kevin morreu após cair do quinto andar de um hotel, no Rio de Janeiro. Agora, foi revelado que o cantor respondia por quatro crimes, no estado de São Paulo. As informações são do jornal “O Globo”.

Ao longo dos últimos quatro anos, o artista foi indiciado por receptação de um celular furtado, embriaguez ao volante, posse de drogas para uso pessoal, além de infringir medidas sanitários por conta da pandemia.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

VEJA MAIS: Chocante! Veja as fotos mais raras de Nicki Minaj antes de fama

Em nenhum dos casos houve condenação, e agora, com a morte do funkeiro, o arquivamento das ações movidas será solicitado. 

De acordo com informações do TV Prime, a última infração cometida por MC Kevin, foi em maio do ano passado, quando moradores denunciaram o cantor que estava com Covid-19, mas seguia utilizando o espaço comum do condomínio. O caso foi registrado na 3ª DP, em Mogi das Cruzes. 

Na oportunidade, MC Kevin teria frequentado a academia, circulado com carro e inserido a digital no dispositivo que libera a saída do local. Apesar do pedido de desculpas, Kevin foi autuado no artigo 268 do Código Penal.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o artista também respondia pelo crime de posse de drogas para utilização pessoal. Abordado por policiais em um carro, ele teria se exaltado e tentou se desvencilhar das autoridades. 

Em junho de 2016, policiais militares efetuaram uma abordagem ao cantor e outros dois homens durante uma patrulha. Na época, o artista foi flagrado com um iPhone que constava ser produto de furto no ano anterior. O funkeiro recebeu voz de prisão e foi conduzido até à 90ª DP (Parque Novo Mundo).

Após pagar fiança de R$ 1 mil, o cantor foi solto e posteriormente indiciado pelo crime de receptação. O processo seguia em curso. 

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio