O cantor norte-americano Michael Jackson (FOTO: Matthew Rolston)

Os fãs de Michael Jackson ficaram arrasados ​​com a perda do Rei do Pop em 2009. Em uma reviravolta inesperada dos eventos, a estrela deixou de responder após sofrer uma parada cardíaca em sua mansão alugada em Beverly Hills, Los Angeles.

Embora sua morte tenha sido totalmente surpreendente, seu médico pessoal, Conrad Murray, foi eventualmente acusado de homicídio involuntário, depois que foi descoberto que ele havia fornecido a Jackson alguns medicamentos antes do ataque cardíaco.

Um ano antes da morte de Jackson, no entanto, foi revelado que a estrela estava mais indisposta do que os fãs inicialmente pensaram.

Seu biógrafo oficial, Ian Halperin, afirmou que Jackson sofria de uma série de doenças, diminuindo sua qualidade de vida.

Halperin também afirmou que Michael tinha uma doença hereditária que restringia a proteína nos pulmões e o deixou sem fôlego. Na época, o presidente do conselho do Los Angeles Area Council Boy Scouts of America, Ray Martin, elogiou a estrela.

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Ele disse: “Michael Jackson é um bom exemplo para os jovens. Nos ajudando a manter as crianças fora das ruas, apoiando o Escotismo.”

Na verdade, Jackson recebeu o primeiro troféu com o seu nome pelo CEO da Disney, Michael Eisner.

Alguns anos depois, em 1993, Jackson estava fazendo uma turnê de seu novo álbum, Dangerous, pelo mundo.

Mas quando ele chegou a Tel Aviv, ele tirou uma folga para visitar crianças doentes.

A conta oficial de Michael Jackson no Twitter relembrou essa demonstração excepcional de filantropia.

Dizia: “Em setembro de 1993, Michael Jackson visitou Tel Aviv durante a etapa israelense de sua Dangerous World Tour. Durante um dia de descanso entre dois shows programados, Michael passou seu tempo estimulando o câncer e transplantando pacientes em hospitais infantis próximos.