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A cantora carioca Anitta (FOTO: Reprodução)

No meio de tanta manifestação após a morte brutal de George Floyd por um polícia, o Brasil parou novamente com a morte do menino Miguel, de cinco anos. Ele faleceu após cair do nono andar de um prédio, enquanto estava sobre os cuidados da patroa da mãe dele. Enquanto a funcionária andava com o cachorro da família na rua, a dona do apartamento, chamada Sari Côrte, colocou o menino dentro do elevador e apertou no último andar do prédio para que o menino subisse sozinho, pouco tempo depois, Miguel apareceu caído no lado exterior do condomínio. Anitta foi uma das artistas que se solidarizou com a dor da mãe de Miguel.

Em seu perfil no Twitter, a famosa pulicou uma foto com a seguinte frase: “E se fosse o filho da patroa? Justiça por Miguel”.

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Anitta não foi a única famosa a cobrar justiça pela morte do menino. Ludmilla e Maitê Proença também se posicionaram sobre a morte cruel que tirou a vida de uma criança. Lud usou o Instagram e fez um desabafo sobre o menino.

Miguel, de 5 anos e sua mãe (Foto/Reprodução)

“Quanto vale a vida de um menino preto? 20 mil reais? As unhas perfeitas? Mais uma mãe preta chorando a vida do seu filho sendo banalizada de forma cruel. Vamos cobrar JUSTIÇA por Miguel Otávio. Sari Corte Real pagou fiança e foi liberada, mas e se fosse o contrário? Diz aí”, questionou ela.

Já Maitê Proença, em um longo texto, ela falou sobre a morte do pequeno, mas também mencionou outros casos que são consequências de uma sociedade racista e que não se importa com os mais humildes e, principalmente, com pessoas pretas.

“E se fosse filho da patroa?”, pergunta Anitta ao falar da morte de Miguel; veja: