Assessora de Anderson, do Molejo, revela: “Não aconteceu estupro”

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Nesta quarta-feira (03), uma notícia envolvendo Anderson de Oliveira, vocalista do grupo Molejo, chocou os internautas. O músico está sendo acusado de estupro pelo jovem Maycon Douglas Pinto de Nascimento Adão, de 21 anos.

A Quem conversou com a assessora do cantor, que divulgou prints de uma suposta conversa entre o dançarino e a irmã de Anderson um dia após o suposto estupro.

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O que importa para toda a equipe Molejo é tirar a acusação de crime, de estupro, que não aconteceu. Houve, sim, uma relação sexual entre os dois, que foi consensual”, disse ela.

No início da conversa exclusiva com Quem, Andreia refutou as afirmações de Maylon de que ele teria feito shows no lugar de Anderson e garantiu que nunca houve qualquer contrato formal de trabalho.

Mc Maylon se aproximou do Anderson, da namorada, dos assessores, familiares e todo o pessoal que rodeia ele. Ele queria que o Anderson fizesse um trabalho como artista, lançasse ele. O Anderson está agora com projeto de produção. Durante um tempo ficou indo atrás do Anderson no futebol, ficou cercando. Ele nunca teve contrato nenhum de empresariamento desse menino. Esse menino nunca fez show com o Anderson.”, disse Andreia, pontuando que Mc Maylon chegou a se apresentar poucas vezes e após o show do cantor.

Quando ele estava fazendo alguma apresentação, em alguns trabalhos menores, com público menor, por conta da pandemia, Anderson chamava ele. Mas não chamava o menino para cantar no Molejo. Era sempre após a apresentação do Anderson, se tivesse tempo. Ele chamava ao palco para apresentar o trabalho do Maylon, para dar uma oportunidade. Acredito que aconteceu umas duas ou três vezes, mas não posso afirmar porque não acompanhei”, disse.

A assessora ainda negou as afirmações de Mc Maylon, de que ele supostamente assumia alguns shows de Anderson Leonardo. “Ele disse que Anderson tocava apenas duas horas fadigado, com pigarro, parava e ele assumia o show. Isso é mentira, ele nunca foi backing vocal, nunca foi remunerado. O Anderson é um cara que aguenta 4 ou 5 horas no palco e a gente quem o tira [do palco]. Ele gosta do que faz”, explicou à Quem

Na última sexta-feira (05), Anderson Leandro, compareceu à 33ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro, em Sulacap, para prestar depoimento.

No depoimento, ele admitiu que houve relação sexual com MC Maylon. Contudo, nega que houve estupro e garante que o ato “foi consensual”.

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Antes mesmo do depoimento, a Polícia Civil solicitou exames para verificar se o acusado praticou ato sexual com a vítima. A investigação também vai requisitar imagens de câmeras de segurança no motel onde a situação foi registrada. Testemunhas também serão ouvidas.

Entenda o caso:

Segundo o Boletim de Ocorrência e o Termo de Declaração, prestado por Maycon às autoridades, ele saiu de casa no dia 11/12/20 por volta das 24h. Ele narra que saiu da sua residência para se encontrar com seu patrocinador, a fim de conversar sobre sua carreira artística. O encontro teria sido marcado em um clube conhecido como Colombinos, no bairro da Taquara, onde seu empresário possuiria um grupo de futebol.

Ele conta que lá chegando entrou no carro do seu empresário, Anderson Leonardo de Oliveira, vocalista do grupo Molejo. Segundo o relato, o carro de Anderson seria uma Ranger Rover Evoque, na cor verde, e que o teor da conversa “era para resolver o problema do castigo”, no qual teria sido submetido por Anderson. O motivo do castigo, de acordo com o jovem, seria que MC Maylon teria danificado uma bota do cantor enquanto dançava em um dos seus shows, que teria sido realizado pelo vocalista do grupo Molejo.

Maycon contou para as autoridades que após o show relatou o ocorrido para esposa de Anderson, exatamente o que teria acontecido no palco. O jovem narra que, enfurecido, Anderson decidiu reprimi-lo, colocando ele de castigo. Esse castigo, segundo o jovem, seria uma censura para participar de todo e qualquer evento patrocinado por ele, e que Anderson comunicou que qualquer fato o envolvendo deveria ser comunicado diretamente a ele e a mais ninguém. Ele afirma em depoimento que foi, por este motivo, penalizado em um mês e cinco dias.

Após o fato, Anderson, segundo consta no Termo de Declaração, marcou uma reunião para revisar o castigo e conversar. Ele continua seu relato dizendo que, já no interior do veículo, Anderson teria dito: “vamos pra algum lugar comer alguma coisa e a gente faz a reunião, filho”. Ela conta que percebeu que Anderson dirigia o carro para a estrada do Catonho e acreditou efetivamente que eles iriam fazer uma refeição. Entretanto, Anderson teria o levado para um motel chamado Queen, estranhou o fato de terem entrado no local e ficou constrangido com a situação.

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