Baixista do Nickelback desabafa sobre a fama de “banda mais odiada”

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Mike Kroeger, baixista do Nickelback, revelou em entrevista recente o que sente sobre a sua banda ter o título infame de “a banda mais odiada”. Kroeger acredita que, quando se trata de sua música, a negatividade acaba se tornando maior que positividade.

Há muitas bandas e músicos que as pessoas odeiam. E o que normalmente acontece é ninguém ouvir a sua música ou comparecer aos shows até que eles caiam no ostracismo.

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O Nickelback, por exemplo, tem a reputação de ser uma das bandas mais odiadas na última década. Eles chegaram a ocupar o segundo lugar da lista “As 10 Piores Bandas De Todos Os Tempos”, feita pela revista Rolling Stone em 2013. No entanto, o que torna o caso da banda peculiar é que ela é extremamente bem sucedida comercialmente.

A banda já vendeu mais de 50 milhões de álbuns em todo o mundo, esgotou o Madison Square Garden e já recebeu seis indicações ao Grammy. Não há dúvidas que o Nickelback é uma das bandas de maior sucesso da década.

Embora normalmente os membros do Nickelback não falem sobre o assunto, durante uma recente entrevista no The Jeremy White Podcast, o baixista Mike Kroeger desabafou sobre a oposição entre ser odiado e ser bem sucedido.

Mike Kroeger (FOTO: Reprodução)

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Kroeger afirmou que a negatividade é sempre mais alta do que a positividade e o sucesso da banda acaba diminuído em meio a todo o ódio criado. O baixista acredita que o ódio sempre desempenhará um papel maior do que o amor.

“Ser um membro da banda mais odiada do mundo mas lotar cada arena em que toca e vender milhões de álbuns deve bagunçar a sua cabeça de muitas maneiras”, começou o entrevistador.

Eis o que Kroeger respondeu:

“Se levar a sério demais, se tornará sério demais. Porque é como uma dissonância cognitiva, essa percepção de mais odiado. Acho que é porque a negatividade é mais alta do que a positividade.”.

“O ódio será sempre mais disseminado do que o amor – é assim mesmo que acontece. Portanto, se compararmos esse ódio de que estamos falando com os números, alguém não está sendo verdadeiro”, completou o baixista.

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