Foi divulgado que o documentário recém lançado “Homecoming” seria apenas um dos três projetos audiovisuais assinados em um acordo milionário entre Beyoncé e a Netflix. É o que informa o site da revista Variety.

Beyoncé no palco do festiva Coachella 2018 durante o show que originou o
documentário “Homecoming”

De acordo com a matéria, o acordo entre a cantora e a plataforma de streaming chega a US$ 60 milhões. O suposto e altíssimo valor, teria superado a oferta feita pela HBO à cantora, mas, não chegou a ser confirmado pela equipe da Beyoncé ou pela Netflix. Destes 60 milhões, 20 milhões teriam sido destinados para a criação e veiculação do show no Coachella do ano passado em formato de documentário. “Homecoming” estreou na Netflix na quarta-feira passada, dia 17 de abril juntamente com um álbum ao vivo gravado durante o show.

A revista não chegou a trazer nenhuma informação adicional sobre os outros dois projetos citados, se referindo a eles apenas como “especiais”. A Variety assegurou, porém, a disponibilização do álbum “Lemonade” nas plataformas de streaming a partir da próxima terça-feira (dia 23 de abril).

Novo álbum coloca Beyoncé como forte candidata ao Grammy

Nesta semana, o documentário Homecoming de Beyoncé foi lançado na Netflix, além de um álbum ao vivo ser disponibilizado nas plataformas digitais. O filme mostra o legendário show da cantora no Coachella 2018. Assim, a cantora volta a ser um nome bastante cotado para o Grammy, maior premiação da música.

Mesmo não sendo um álbum de músicas inéditas, “Homecoming: The Live Album” pode ser elegível no ano que vem a álbum do ano ou a qualquer outra categoria que o comitê decida, caso a gravadora decida colocar o projeto para concorrer na premiação. O filme também entrará nas indicações, podendo ser indicado como Best Music Film, desde que não seja retirado do Netflix a tempo de votação.

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Beyoncé já conquistou 23 Grammys sendo uma cantora muito prestigiada pela academia. Homecoming: The Live Album poderá ser o primeiro álbum ao vivo a ser indicado à categoria de “álbum do ano” desde 1994. Naquele ano, dois álbuns desse estilo foram indicados: o “MTV Unplugged” de Tony Bennett e “The Three Tenors in Concert”, por José Carreras, Plácido Domingo e Luciano Pavarotti.