Guitarrista do Queen faz “textão” detonando críticos de Bohemian Rhapsody

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O lendário guitarrista da banda Queen, o britânico Brian May resolveu fazer uma crítica aos detratores do filme “Bohemian Rhapsody”. O músico compartilhou um artigo que elogiava a cinebiografia, por suas quatro vitórias no Oscar 2019.

O texto publicado no site “Spectator” é intitulado: “As vitórias de ‘Bohemian Rhapsody’ no Oscar são um triunfo em cima dos críticos esnobes”. Ao compartilhar o texto, o guitarrista do Queen chamou os críticos, jornalistas e os usuários de redes sociais que criticaram o filme de “doentes e vingativos”.

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“Vocês viram como eu fiquei quieto depois do Oscar, sinalizando o fim da temporada de premiações”, afirmou May na legenda da publicação. “O que realmente aconteceu? Nós abrimos a cerimônia do Oscar de uma forma que nunca foi aberta antes, em uma avalanche de excitação, olhando para uma plateia brilhante que nos aplaudia de pé, contendo muitos dos nossos heróis, que cantavam conosco e davam socos no ar”.

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“Então, chocantemente, nós acabamos ganhando 4 Oscar — mais que qualquer outro filme naquela noite. O chefe da produção local veio até mim e apertou minha mão enquanto deixávamos o palco, dizendo que estava na equipe do Oscar há 40 anos, e aquela havia sido a melhor abertura que ele já vira! Um momento adorável”, acrescentou.

“Todo mundo pensaria que, depois disso, nós simplesmente iríamos para as festas sem preocupação nenhuma. Mas eu acho que não sou esse tipo de pessoa. Eu me sinto profundamente grato que o nosso filme sobre Freddie foi reconhecido de uma forma que eu jamais teria a audácia de esperar, mas eu achei a atividade pública ao redor da temporada de premiações, e dos jornalistas nela, muito perturbadora”, explicou Brian May.

“Se você olhar para a imprensa e para as discussões que invadiram a internet nos últimos meses, você consegue perceber que 90% delas era destinada a descreditar este ou aquele filme, ou todos os filmes, através de insinuações e críticas, ao invés de discutir seus méritos e admirar as habilidades necessárias para produzi-los”, criticou.

“[Essas pessoas agiam] com desonestidade e crueldade, além de óbvias tentativas de envergonhar e influenciar membros [da Academia] a votarem da forma como, em sua arrogância, eles achavam melhor. Não é culpa dos votantes — eles foram firmes. É culpa da vida pública doente e vingativa que temos. Eu aguentei tudo isso de boca fechada, sem querer influenciar os votantes de premiações de forma alguma”, afirmou Brian May.

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“No entanto, quando a cortina caiu, eu fiquei com sentimentos confusos. Eles persistiram até que eu li este artigo muito bem pensado e escrito no site ‘Spectator’. Corajoso e verdadeiro, e agora eu não preciso falar mais nada. Está tudo aí”, acrescentou.

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