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A cantora Ludmilla e sua namorada Brunna Gonçalves (FOTO: Reprodução)

Nos últimos tempos, Ludmilla e Brunna Gonçalves acabaram se tornando um dos casais de maior repercussão no show biz brasileiro. As artistas assumiram a relação em 2019 e desde então até filhos já estariam nos planos do casal.

Neste mês, as duas foram assunto da reportagem de capa da Marie Claire e numa entrevista em vídeo à revista, Lud deu detalhes sobre o primeiro beijo delas. No dia da bitoca, a cantora de “Verdinha” estava em uma famosa festa no Rio de Janeiro, a Rei do Bacalhau e decidiu ir para um after com funk onde Brunna estava presente.

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Durante uma conversa, Ludmilla decidiu ser direta e “lançou a braba” perguntando: “Quando você vai me dar um beijo na boca?”. Brunna admitiu ter ficado assustada com a abordagem e na verdade, as duas precisaram de uma mãozinha de alguns amigos para ficarem juntas.

Uma amiga afirmou para Brunna que Lud queria ficar com ela no que a dançarina ficou preocupada já que nunca tinha se relacionado com mulheres. “Eu já amava muito ela e não conseguia mais ir para os lugares sem. Estava difícil de disfarçar o olhar apaixonado, o cuidado, o carinho”, disse Ludmilla quando decidiu revelar ao mundo que estava namorando.

Apesar de estar vivendo uma das mais bem sucedidas fases da sua carreira, Ludmilla também vem recebendo críticas contundentes sobre uma suposta apologia ao uso da maconha no clipe do single, “Verdinha”.

Numa entrevista para a Marie Claire, a funkeira também falou pela primeira vez de maneira franca sobre o hit e deu sua opinião sobre a legalização da maconha.

Perguntada a respeito da suposta apologia no videoclipe, Ludmilla explicou que defende a liberdade de expressão e que seus advogados já estariam resolvendo os processos pelo qual ela estaria respondendo após ser alvo de ameaças judiciais de dois deputados conservadores.

A funkeira aproveitou para criticar alguns brasileiros que elogiam os Estados Unidos, mas quando o assunto é a descriminalização da maconha, nada é debatido. “Brasileiro idolatra a galera lá de fora, diz que os americanos são muito bons, e lá a parada é legalizada com organização. A loja que vende parece a Apple”, afirmou.

“Você só entra com cadastro, tem um iPad do lado de cada planta que diz se causa relaxamento etc. Chegou a hora de o Brasil dar um start e estudar uma maneira correta de fazer a coisa. Muita gente de paletó vai perder dinheiro, o probleminha está aí”, acrescentou.