Cancelada? Demi Lovato é acusada de usar invasão ao Congresso dos EUA para promover novo álbum

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Nesta quarta-feira (06), apoiadores radicais do presidente dos EUA, Donald Trump, invadiram o Capitólio, sede do Congresso norte-americano, em Washington. Diversos famosos se indignaram com a situação e manifestaram a opinião através das redes sociais. Mas, parece que a declaração de Demi Lovato não agradou a todos.

Em uma publicação no Twitter, a cantora escreveu: “Meu coração está partido. Fico muito triste em acreditar como fui ingênua ao pensar que isso não poderia acontecer, mas aconteceu. Aqui estamos. Para todos em meus comentários dizendo ‘onde está o D7’ [novo álbum] ou querendo que eu cante em vez de falar sobre o que precisa mudar neste país… É por isso que eu vou postar o quanto eu puder. É por isso que eu me importo. Isso não pode mais acontecer! Estou com raiva, constrangida e envergonhada”.

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Mas, a frase que ela adicionou em seguida irritou muitos seguidores: “Estou no estúdio trabalhando em algo especial depois do ataque de hoje à democracia”, completou Demi.

Então, os usuários do Twitter começaram a acusar a cantora de tentar se autopromover com o caos estadunidense e pararam para ela parar de lançar músicas com temas políticos.

Em 2020, durante o período da eleição para definir o novo presidente dos EUA, ela lançou a faixa “Commander In Chief”, criticando o governo de Donald Trump e incentivando que o público votasse.

Foto: Reprodução

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Confira a repercussão:

“Demi Lovato usando esse momento para tentar entrar na Billboard Hot 100 explica bem a realidade em que vivemos. E ela acha legal”

https://twitter.com/indiesposte/status/1347229781197250560
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