Cantor de K-pop é indiciado a prisão por prostituição de mulheres

Cantor vem sendo investigado por crimes desde 2019

Publicado em 2/7/2021
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Ex-membro do grupo de k-pop Big Bang, Lee Seung Hyun, conhecido como Seungri, teve sua prisão pedida pela procuradoria por cinco anos. O cantor tem sido há mais de 1 ano acusado de cometer nove crimes. Prostituição de mulheres sul-coreanas em benefício próprio é um deles.

Seungri participou de uma audiência no Tribunal Militar Geral da Coreia do Sul e se abalou ao receber inúmeras acusações. Dentre elas estão: compra de serviços de prostituição, mediação de prostituição, peculato, instigação especial de violência e por ter violado a Lei de Punição Agravada e de Crimes Econômicos Específicos, de acordo com o site Allkpop.

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(FOTO: Reprodução)

O ex-artista de k-pop negou todas as acusações das investigações que vêm acontecendo desde 2019. De acordo com ele, seria culpado apenas na que se refere à Lei de Transações de Câmbio. Ele nega com afinco que tenha colocado mulheres na prostituição a lucro próprio recebidos de investidores financeiros. Além do pedido de prisão, a procuradoria também solicitou o pagamento de uma multa no valor de US$ 17 mil (sendo equivalente a R$ 85 mil). Seungri pediu desculpas para todos os seus entes queridos durante a audiência.

Quando o escândalo veio à tona, em 2019, o cantor anunciou em seu Instagram que estaria se aposentando da indústria do entretenimento. Por conta do alvoroço, a YG Entertainment, agência que fazia parte, sofreu uma queda de quase 16% nas ações, um valor brusco comparado ao lucro que a empresa gera.

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Seungri estreeou como cantor em 2006 junto com outros quatro integrantes do Big Bang, sendo eles: G-Dragon, T.O.P, Taeyang e Daesung. Graças ao grupo adquiriu extrema fama sendo bastante aclamado por toda a Ásia.

(FOTO: Reprodução)
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