Cantor e compositor famoso morre de Covid-19 aos 64 anos

Arlindo Paixão usava o 'kit' prevenção indicado por Bolsonaro

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Arlindo Paixão, cantor e compositor conhecido no meio artístico como ‘Mongol’, morreu nesta terça-feira (11), sendo mais uma vítima da Covid-19. O artista de 64 anos tomava o coquetel de “prevenção” do coronavírus indicado por Jair Bolsonaro há cerca de um ano e estava internado no Hospital da Fiocruz desde o dia 5 de maio.

Amigo de infância e parceiro de Oswaldo Montenegro, Mongol é autor de grandes sucessoscomo ‘Estrela de Néon’, ‘A Vida Quis Assim’, ‘Sempre Não é Todo Dia’, ‘Taxímetro’, ‘A Dama do Sucesso’, ‘Lume de Estrelas’, ‘Coisas de Brasília’ e ‘Agonia’.

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Arlindo Paixão participou do grupo comandado por Montenegro, intitulado ‘Os Menestréis’ e participou dos musicais ‘A Dança dos Signos’, ‘Léo e Bia’ e ‘Aldeia dos Ventos’.

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Além de cantor e compositor, ele era ator e esteve nas peças de teatro ‘O Rei do Mau Humor’ e ”Vampiro Doidão’. O artista também fez a trilha sonora dos musicais ‘João Sem Nome’ e ‘Brincando em Cima Daquilo’, estrelado por Marília Pêra.

Na década de 1990, ele fundou a banda ‘Akundum’, que lançou o hit ‘Emaconhada’, que misturava reggae e ritmos brasileiros. Atualmente, Arlindo estava matriculado no curso de psicologia da UniRio e seguia na produção e composição de músicas.

O compositor, que chegou a tomar a primeira dose da vacina contra a Covid-19 em abril, deixa esposa, filhos e netos.

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