Conheça as criações musicais e poéticas do artista Wesley Poison

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Wesley Poison é compositor, cantor, desenhista e poeta brasileiro, apaixonado pela junção das ciências exatas e humanas. Sendo também da área da Engenharia Civil, já teve artigos científicos aprovados em Congressos de âmbito Nacional e Latino-Americano. Sua composição “Racismo é Ignorância” foi destaque no “IX Seminário das Relações Interétnicas e Igualdade Racial e Cultural na Educação de Poços de Caldas”.  Entre suas obras de desenhos, algumas já ganharam exposições e também já foram presentadas à astros do rock internacional os quais Wesley entregou pessoalmente.

“A arte, de forma geral, sempre esteve presente na minha vida, como apreciação, desde minhas primeiras lembranças quando criança. A origem do processo de criação surgiu naturalmente quando, por meio de inicialmente desenhar, conseguia aos meus olhos desenvolver um mundo de possibilidades. O tempo passa, e seguimos o curso de cada etapa de nossas vidas, as quais visões novas são acrescidas, como também surgem novas formas de expressar e a poesia, assim como a música em minha vida, são provenientes da necessidade de abrir as comportas da mente e do coração e desaguar a torrente da alma. Estar na Terra, é também não estar isento de todos tipos de acontecimentos inesperados, tais como os que exalam sentimentos de, por exemplo, amor, ódio, alegria, tristeza…; distintas naturezas condicionadas ao ser humano, que quando equacionadas soam como elementos que compõem um veneno, o qual metaforicamente pode te matar, e te dar vida – por fazer você refletir a respeito e achar uma maneira de se sobressair, sendo então o antídoto. – Daí surgiu meu pseudônimo “Wesley Poison” (Poison = Veneno).

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Confira os videoclipes de seus poemas abaixo:

Em fechada mata do pensamento,
uma peste paira-se sobre, incompleto, o mapa.
E até ao sopro do vento
a mente para de voar.
O que então irá ecoar se o que resta
é o que nada mais sobra?
Se  impede de abrir fresta,
no pugnar contra o ato de continuar
a obra da própria vida.

Olvidado o porquê aqui ainda ando
e o que posso semear, ouço pelo ar:
“Faça o que mandam, assim a fartura infesta.”
Pelo caminho são dados os banquetes da festa.
Miserável me consumo do que tenho arado.
A isso colaborado.
Podre é o sabor degustado.
“Nutre mais, nutre mais do que temos!
É um insulto o rejeito!”
Na digestão, sou posto pra dormir.
Canção de ninar no fluir
desse coma Dor[Mente].

Perambulo no fervilhar dos pés,
em lugares onde nunca estive.
Novas direções, dimensões, exposições.
En[Quadro].
Só muda o lugar do leilão,
a mercê do sopro aliado,
do filme queimado.
Avaliação, julgamento, arre[mate].
Falsificação
da original versão.

Na fluida simbiose de alguém para alguém,
não se sabe quem
perdura quando você deixa de ser você
em outros olhos.

Perecível é minha carcaça, no final.
Imutáveis ciclos das estações mutáveis
que não esperam por ninguém.
O que sobra, afinal?

Olhe pra mim, olhe dentro de mim, olhe além de mim.
Trago brasas num louco sonho súbito.
Ascendo-me da mente em óbito
nas mãos que queimam pra me apagar.
Me torno pó…
A incompreensão que me faz só,
meus passos próprios, não aplaca.
Prossigo e decreto, sem lamentação,
emancipação no leilão
de cada estação.

Até o sumo em essência
A espreita da vivência.
Ora espreme. Ora expele.
Esse futuro já presente,
Consequentemente passado,
na própria pele à sol banhado.
À carne perfura em fervura
até o centro do próprio ser.
Agora…
O agora é tudo !

Transcrevo os rabiscos provenientes dos riscos.
texturas a mim não contadas
Em vitrolas não tocadas.

O criar então do próprio disco
Do tal viver ao risco.
desconstrói-se assim constrói-se
A sua obra de arte e seu encarte
Do vinil que ninguém ainda ouviu
esquecido na poeira.
Nas definhas de sujeira.

Melodia ressoa.
A mente se abre e o pensar, longe voa
não mais Gravitacional
Ansiando por algo mais, além da beira.
E quando olhar para trás, nessa jornada passageira
Quisera ter o rastro deixado.
Pela cabine de si ter pilotado,
na própria vivência,
Não na sombra do que quebra.
Fluxo segue e desintegra
A ferida onde fora moradia,
E lá fora o chamar extasia .
Deixa ir. Se deixe ir.
Vá! Ora vá!

Continuo na multiplicidade celular.
Todas As coisas querendo olhar.
Espelhar o tal amar sem sufocar
como vencer do gameta ao espaço feito cometa.

Se por hora, as páginas ficarem cheias e escritas
E  vivência forem extintas,
Novas continuarão pedindo por tintas.
continuo o risco…
Arrisco.
Um natural instinto animal,
Biológico indo além do lógico.
Não quero dormir pra sempre
E ter dado a última respiração
Sem ter inflado e vivenciado
Esse desejado Ar[Riscado].

Composição: Wesley Poison

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