madonna
A cantora norte-americana Madonna (FOTO: Reprodução)

Nesta quarta-feira (dia 17) Madonna finalmente fez seu retorno ao mundo da música! “Medelín”, novo single da cantora com a participação de Maluma foi lançado entusiasmando os fãs que há 4 anos aguardavam novidades da rainha do pop.

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No geral, a crítica especializada está elogiando o single de Madonna, ressaltando a capacidade de reinvenção da cantora e quanto a nova música é diferente dos trabalhos anteriores dela. Confira alguns dos destaques dos críticos:

NME
A faixa é tudo o que queremos de um retorno de Madonna: é renovadora, dá o tom para uma nova era e, se ‘Medellín’ é um indicador do que está por vir, será uma mudança empolgante em relação ao eletro-pop dançante que Madge ofereceu nos últimos tempos”

Variety
“Mesmo que a música não seja tão dançante o quanto os fãs estavam esperando, é uma introdução sensual e promissora para a nova era da Madonna”

The Guardian
“Medellín é um lembrete poderoso da história hábil de Madonna de trabalhar com gêneros se entrelaçando e uma adição convincente à lista de megastars ocidentais, como Beyoncé e Justin Bieber, conectando-se com artistas de língua espanhola. E, ao contrário da moda casual de seus álbuns mais recentes, ‘MDNA’ e ‘Rebel Heart’, Medellín prova que Madonna está bem preparada para superar as demandas das tendências dos ouvintes atuais, ao mesmo tempo em que traz estilos globais para seu próprio mundo. Para Madonna, parece que a era do streaming pode apenas acelerar sua mudança de forma”.

Slant
“Vocalmente, Maluma faz a maior parte do trabalho pesado na pista bilíngüe, com versos repletos de insinuações que fazem referência à cidade natal da Colômbia e de Madonna, Detroit. Mas as harmonias açucaradas de Madonna, particularmente durante o refrão empolgante da música, equilibram as partes de Maluma com uma doçura dos sonhos”

Pitchfork
“Medellín” pode acabar sendo um momento maior para Maluma do que para Madonna, mas, no que diz respeito às aventuras semi-recentes da ícone pop, a música fica mais perto do topo do que do fundo. É mais sonoramente contida do que sua fase eletrônica, deixando espaço na produção para detalhes táteis que funcionam muito bem (embora o eco e o Auto-Tune em seus vocais sejam um pouco demais)”