Doença incurável de Lady Gaga tem alto risco de morte prematura

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Milhares de fãs aguardavam ansiosamente por Lady Gaga nos palcos do Rock in Rio no ano de 2017. Frustrados, os littles monsters tiveram de aceitar que a ausência da cantora no festival era por causa de uma grande razão: fibromialgia, uma doença de causas ainda desconhecidas e sem cura que provoca dor crônica generalizada no corpo, cansaço, rigidez muscular, muitas vezes depressão além de problemas de sono. 

A primeira vez em que Lady Gaga falou sobre conviver diariamente com a dor crônica da doença foi em 2013, mas ela não ainda não havia revelado a causa do problema até aquele ano. Através das redes sociais, a cantora declarou em 2017: “Quero ajudar a aumentar a conscientização sobre esse tema e conectar as pessoas que tem fibromialgia”. A revelação da artista fez inúmeras pessoas compartilharem detalhes de sua batalha diária contra a doença nas redes sociais

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(FOTO: Reprodução)

Vale ressaltar que a fibromialgia atinge de 2 a 5 por cento da população mundial. Dores que persistam mais de 3 meses já são consideradas uma doença, e justamente por isso cientistas buscam por soluções que possam atenuar os sofrimentos de quem sofre com a dor crônica. Apesar de ainda não ter cura, a ciência já descobriu resultados interessantes sobre tratamentos e comportamentos que podem atenuar os sintomas da fibromialgia como por exemplo, a prática de exercícios físicos. É uma síndrome em que a pessoa sente dores por todo o corpo por períodos intensos, provocando sensibilidade nas articulações, tendões e tecidos moles.

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De cada dez pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres. A ciência ainda não explica a razão porque isto acontece. Não parece existir uma relação com hormônios, pois a fibromialgia afeta as mulheres tanto antes quanto depois da menopausa.

A idade de aparecimento da fibromialgia é geralmente entre os 30 e 60 anos. Contudo, há casos em pessoas mais velhas e também em crianças e adolescentes. Por ela desencadear problemas como depressão, tabagismo, alcoolismo, obesidade e stress, a fibromialgia é considerada uma doença com alto risco de morte prematura. Consequências como o estilo de vida sedentário e o alto consumo de drogas podem ser alguns dos principais fatores desse índice de mortalidade.

(A cantora Lady Gaga no trailer do filme Gaga: Five Foot Two)

Uma das mais pesquisas recentes mais bem aceitas, publicada em 2015, aponta melhoras em pacientes que tentaram as terapias conhecidas como “mente-corpo” . Elas tentam estabelecer uma ligação entre os pensamentos, comportamentos e sentimentos das pessoas para ajudá-las a administrar fisicamente e mentalmente os seus sintomas.

Por causa dos problemas, a personal trainer de Lady Gaga revelou que a cantora faz sessões de treinamento de força cinco vezes por semana. Além disso, Lady Gaga pratica ioga que é uma atividade ideal para quem possui problemas nas articulações.

No caso da fibromialgia, alguns pesquisadores e especialistas recomendam também o “biofeedback”, a “mindfulness”, as terapias de movimento, a terapia psicológica e as terapias de relaxamento. As terapias psicológicas também melhoraram levemente os sintomas da fibromialgia: mas elas conseguiram reduzir em somente 2% a 3% o desempenho físico, a dor e o humor das pessoas. E muito portadores da doença acabaram abandonando o tratamento psicológico. Portanto, os pacientes com fibromialgia não devem abandonar seu tratamento padrão com medicamentos para usar somente essas terapias inovadoras.

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