Klaus Hee
Klaus Hee, ex-integrante do Dominó (FOTO: Reprodução)

O cantor Klaus Hee, que é ex-integrante do grupo musical Dominó, que fez sucesso nos anos 1990, resolveu vender seu acervo de ensaio nu nas redes sociais. Ele pediu de R$ 50 a R$ 100 pelas revistas autografadas, e foi surpreendido com a quantidade de peidos.

Klaus, de 42 anos, posou nu quatro vezes, sendo duas vezes para a revista “G Magazine” (em 2004 e 2006). Ele tinha em casa um acervo pessoal de 120 revistas. Hoje, ele atua como professor de Educação Física. Em uma entrevista para o portal Notícias da TV, ele disse: “Não esperava tudo isso que aconteceu. Acho que consegui uns R$ 7 mil.”

Ligou gente de Londres [no Reino Unido]. Teve gente interessada de México, Irlanda e outros lugares que não tive tempo de ficar traduzindo. Vendi revista por R$ 500. Me ofereceram R$ 600 por uma“, relata Hee.

Klaus Hee: revistas de nu (FOTO: Reprodução)

Klaus Hee, também é ex-assistente de palco do Passa ou Repassa (1987-2000). O modelo colecionou cerca de 120 revistas em seu acervo pessoal, com fotos nu frontal. A ideia de vender tudo pela internet surgiu de maneira inusitada. “Tenho alguns amigos no Instagram, e um rapaz queria comprar uma. Ele me perguntou: ‘Por quanto você venderia?’. Esse rapaz foi o estopim. Vendi duas para ele“, revela.

LEIA TAMBÉM: Influenciador Lázaro Sonic faz sucesso como produtor artístico de um famoso cantor de funk

“Falei: ‘Vou começar a vender’. De repente, o negócio bombou. Foi uma loucura (risos). Coloquei um valor mínimo mais o Sedex. Começaram a me chamar, fui separando por kits de três. Acabou. Depois, kits de dois. Acabou. Ficaram só as avulsas. Achei que ninguém ia querer (risos).”

Hee vendeu todas as edições, ficou apenas com uma revista, pois tem todo seu acervo digitalizado. “Guardei a Íntima, a primeira que fiz e que saíram só seis fotos. A capa é do Renato Gaúcho. Essa é meu xodó“, considera.

Investir na música

O valor arrecadado será pagar algumas contas e investir em sua música. “Na segunda-feira fui a um estúdio, porque vou gravar uma canção. Fomos fechar uma música, que custa entre R$ 3 mil e R$ 4 mil para gravar”, conta.

Com sucesso de seus ensaios, ele também conseguiu fechar dois projetos para o teatro. Semana que vem, deve começar a ensaiar uma peça sobre Doca Street, empresário que matou Ângela Diniz (1944-1976) e abalou o Brasil nos anos 1970.

Musical Dominó

Sobre o outro projeto teatral, é um musical sobre o grupo Dominó, a ser produzido pelo próprio artista. Ele já conseguiu a autorização de Ítalo Coutinho, também ex-Dominó, que detém os direitos da marca. “Vou produzir, atuar e até elaborar o roteiro. Vai dar muito trabalho, mas estamos fazendo com calma“, finaliza.