michael jackson
O cantor norte-americano Michael Jackson (FOTO: Reprodução)

Numa entrevista para o Daily Star, o ex-segurança Matt Fiddes, antigo funcionário de Michael Jackson afirmou que as acusações de pedofilia envolvendo o astro pop tiveram um peso importante na sua morte. 

Michael nunca mais foi o mesmo [após o julgamento do caso de Gavin Arvizo, em 2005]”, afirmou Fiddes. O ex-segurança lembrou que o cantor ficou “totalmente destruído” após ter sido acusado de pedofilia e que acabou tomando grandes doses de coquetéis de medicamentos durante os preparativos em 2009 para sua turnê de 50 shows em Londres. 

Ao final do julgamento ainda em 2005, Jackson acabou sendo considerado inocente das acusações “Eu era uma das únicas pessoas no mundo que sabia a verdade sobre ele. Depois do julgamento em 2005, ele começou a ficar paranoico que alguém ia pegá-lo” declarou Fiddes.

Ele morria de medo de ser assassinado no palco e até sugeriu usar coletes à prova de bala embaixo de seus figurinos no figurinos no show“. De acordo com o ex-segurança de Jackson, na época, explicaram ao cantor que o público lhe amava e que não teriam maiores problemas. “Eu garanti que estaria ali para cuidar dele e fazer de tudo para que ele estivesse protegido.”

Fiddes relembra que após o caso, o astro pop “não conseguia comer ou dormir”. “Ele era um morto-vivo.”

A respeito das acusações feitas no documentário Leaving Neverland (Deixando Neverland, em português), transmitido pela HBO, e vencedor do Emmy, Fiddes acredita que as supostas vítimas James Safechuck e Wade Robson estão mentindo. Vale lembrar que em resposta ao polêmico filme, um novo documentário, intitulado de Chase The Truth acabou sendo produzido pelos familiares do cantor e mostrando um olhar minucioso sobre as acusações feitas contra Michael Jackson. 

Em abril, uma entrevista gravada ainda em 1996 voltou à tona na mídia e revelava um depoimento da própria La Toya Jackson, irmã de Michael, que reafirmava a postura predatória do cantor perante às crianças.