Festival Burning Man (Foto: Reprodução)

O festival Burning Man, é famoso por proporcionar a seu público uma experiência imersiva em um mundo pós apocalíptico Mad Max hippie não capitalista libertário, acontece este ano em formato online, multiversos , um punhado de artistas brasileiros e expectativas revolucionárias.

Originalmente, o Burning Man acontece em uma cidade fantástica, a Black Rock City, montada no meio do deserto de Nevada, nos Estados Unidos para o evento. Um grande totem é montado no centro desta cidade provisória e, ao final do evento e conforme o nome obviamente sugere, é queimado para inspirar uma espécie renascimento.

Entretanto, por conta da pandemia, Burning Man acontecerá inteiramente online. Mais uma aglomeração via internet, o território na qual estamos acostumados a frequentar nesses últimos meses.

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O Burning Man acontecerá em oito “universos” diferentes, reunindo um sem número de atrações musicais, visuais e performáticas, conectando artistas (e público) de diferentes locais do mundo. A incineração da distância criou um festival inédito e gratuito, para quem quiser experimentá-lo. Os ingressos para este rolê, ao contrário dos físicos, são “doe o quanto puder”.

O festival começa domingo, dia 30 de agosto, e terá cinco dias de transmissões de seus oito universos que podem ser acessados via celular, desktop ou óculos de realidade virtual.

Diversos representantes da cena artística brasileira marcarão presença na edição do Burning Man deste ano. Teremos o museu VISIONARY PALACE, feito por MellaNino Project, Lucca Salvatore, Antônio Coutinho e o grafiteiro Cranio, que abrigará diversos artistas através de suas exposições individuais. Dentro dele, ainda terá apresentações musicais e som ambiente de artistas de peso do Brasil, como Eli Iwasa, L_cio, XAXIM, Ignácio ‘Live’, No Porn ‘live’, Gian Granito e vários outros. Além disso, dois palcos com curadoria de importantes produtores culturais brasileiros também estarão presentes. O palco Irupé, desenvolvido em formato 3D por Adriel Ushl, Breno Vibes, Luar Franzine, Matheus Silva e Carol Michelon, fará uma imersão no universo das lendas indígenas Tupi-Guarani juntamente com a participação especial de artistas indígenas. E, por fim, teremos o Palco The Heart Space, por Amanda Mella e Anthony Meyo, que contará com apresentações de Bhaskar, Cazu, Nikkatze, Museus, Acci Baba e label do Universo Paralello, além de muitos outros.

Os ambientes serão explorados por meio do Kindling, portal de eventos virtuais do próprio festival, que você acessa aqui. Você precisará do programa de chamadas Zoom, principalmente para algumas atividades específicas. O festival poderá ser acessado via celular, computador ou até por óculos de realidade virtual, se optar por ter a experiência completa.

A maior parte do evento será aberto ao público, ou seja, praticamente gratuito, embora algumas experiências possam exigir taxa de inscrição. Faça a inscrição antecipada neste link para receber todas as atualizações e participar!