Taylor-Swift
A cantora norte-americana Taylor Swift (FOTO: Reprodução)

Numa nova etapa da batalha entre Taylor Swift, o empresário Scooter Braun e a Big Machine Records, ao que tudo indica a vitória é da cantora. Depois de comprar todo o catálogo antigo de músicas de Taylor, Scooter divulgou, via Big Machine Records, um novo disco ao vivo da cantora, gravado ainda em 2008 quando ela estava trilhando os primeiros passos na carreira. Doze anos depois, o disco “Live From Clear Channel Stripped 2008” chegou às plataformas de streaming na sexta-feira (dia 24), mas foi um fracasso retumbante de vendas.

De acordo com dados da BuzzAngle, o disco ao vivo cuja divulgação e comercialização não foi autorizada por Taylor Swift conquistou somente 33 unidades equivalentes vendidas no final de semana da estreia (contabilizando as vendas até o sábado). O fracasso histórico das 33 unidades vendidas aconteceu somente no streamings, já que o “Live From Clear Channel Stripped 2008” acabou não recebendo nenhuma compra em formato tradicional durante seu final de semana de estreia.

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é taylorprint-800x296.png

O projeto foi o primeiro lançamento envolvendo a Big Machine Records e Taylor Swift depois da polêmica da compra da gravadora e dos direitos do catálogo da cantora por parte do magnata do entretenimento Scooter Braun. Diante do lançamento não autorizado, Taylor Swift chegou a acusar os responsáveis por desengavetarem o projeto de agirem com “ganância descarada” por causa da crise financeira causada pelo novo coronavírus.

VEJA TAMBÉM: Júnior faz revelação íntima de encontro dele e de Sandy com Michael Jackson

Oi, pessoal! Quero agradecer meus fãs por me tornarem ciente de que minha antiga gravadora vai lançar um “álbum” com performances minhas ao vivo nesta noite. Esse registro é de um show que fiz em 2008, quando tinha 18 anos. A Big Machine havia programado um lançamento para 2017, mas eles vão lançá-lo na verdade nesta noite. Eu honestamente estou sempre com vocês então quero dizer apenas que este lançamento não foi aprovado por mim. Parece-me que Scooter Braun e seu time de investidores, a 23 Capital, Alex Soros e sua família, bem como o Carlyle Group, têm visto os últimos balanços e entenderam que pagar US$ 330 milhões pela minha música não foi exatamente uma escolha fácil e eles precisam de dinheiro. Em minha opinião… apenas outro caso de ganância descarada em tempos de coronavírus. De muito mau gosto, mas bem transparente”.