Freddie Mercury e seu amor pelo boxe: “Lutou até o fim, coberto por sangue”

Além da música, o lendário vocalista do Queen também se interessava por muitas atividades esportivas

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Freddie Mercury ficou marcado na história como uma das maiores estrelas da música e fez o seu nome como vocalista do Queen. Sabemos muito sobre a sua vida no estrelato, mas também antes de chegar ao topo. Desde cedo, ele sonhava em se tornar cantor, mas nem todos os começos são fáceis, e o astro enfrentou uma longa jornada antes de conseguir.

Freddie nasceu e passou a sua infância em Zanzibar, uma ilha na costa da Tanzânia. Quando tinha apenas oito anos de idade, os seus pais decidiram mandá-lo para um internato na Índia para que tivesse uma educação de qualidade. Foi aí que ele se interessou pela música, mas também por alguns esportes. Na verdade, o que pouca gente sabe é que ele se interessou pelo boxe.

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Enquanto esteve neste centro, Freddie fez parte de uma banda, The Hectics, formada pelo seu parceiro Bruce Murray. Este amigo conta: “Me lembro de uma luta de boxe em que Freddie estava realmente sendo espancado no ringue, e estávamos todos dizendo para ele sair da luta. Mas não. Freddie insistiu em lutar até ao fim, com sangue por todo o seu rosto. Ele podia ser muito obstinado”, diz ele, que foi colega de classe de Mercury na St. Peter’s School.

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Na época, o interesse de Freddie pelo boxe o levou a se tornar um dos melhores nas competições amadoras do país. No entanto, aconselhado pela sua mãe, que considerava um o esporte violento, não continuou com este hobby e experimentou outros sem contato físico, como o pingue-pongue e o atletismo.

Como noticiado pelo jornal britânico Express, o próprio Freddie se orgulhava de sua habilidade com as luvas: “Detestava críquete e corridas de longa distância, era completamente inútil em ambos. Mas ele podia correr, era bom no hóquei e era simplesmente brilhante no ringue de boxe”.

O seu tempo no boxe foi curto, mas Freddie Mercury manteve a essência dos movimentos no ringue em algumas de suas coreografias no palco. Ele tinha uma forma muito enérgica de mover os braços e os punhos, como um verdadeiro pugilista que se preparava para um soco.

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