Grande amor da vida de Freddie Mercury trabalhou prendendo criminosos

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Andes de morrer, Freddie Mercury tinha um grande amor. Mary Austin conheceu o Rei do Rock em 1970, quando tinha 19 anos de idade, e eles foram morar juntos antes que ele fosse famoso. Embora o noivado tenha terminado quando ele lhe disse que era gay, o casal permaneceu notavelmente próximo pelo resto da vida. 

Em 4 de setembro de 1968, uma reportagem publicada no Daily Mirror escrita por Felicity Green, sobre os detetives de Lojas na Inglaterra dos finais dos anos 60, destacou uma pessoa próximo a Freddie Mercury. Na destaque do blog Wnilsen, a detetive de 17 anos que trabalhava na Biba, era Mary Austin, que meses depois entraria na vida do cantor e ficaria com ele até sua partida em 1991.

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Freddie Mercury e Mary Austin

A reportagem começa destacando que pequenos furtos causavam prejuízos de 120.000 a 250.000 Libras para as lojas da região de Kensigton e vinham crescendo ano a ano. Para impedir esses furtos as lojas começaram a infiltrar detetives que se passavam como compradores comuns e ficavam vigiando os possíveis ladrões. Biba era a Meca para jovens ávidos por roupas e acessórios descolados no final dos Anos 60, assim sempre tinha alguém que queria levar alguma “lembrancinha” do local.

Reportagem sobre Mary Austin (FOTO: Reprodução)

A loja contratou e treinou duas moças uma de 21 anos Draw Markin e outra de 17 anos e o seu nome é Mary Austin. Em média por semana eram presas cerca de quatorze ou quinze pessoas. Mary não tem a aparência de um detetive de loja, ela é uma mistura da modelo de moda Twiggy e a atriz Julia Christie então ela está integrada a seu habitat natural e passa despercebida pelos ladrões.

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RELATO

Ela fica rodando na loja onde cerca de 30.000 pessoas passam pelos caixas, então como ela identifica esses ladrões? Ela diz que ela confia apenas em seus instintos e seu instinto nunca a decepcionam

M:”Eu apenas observo as pessoas quando elas entram.” ela diz com firmeza. “Eu posso dizer que sei quando o objetivo da pessoa é de roubar algo, então eu tento parecer muito casual como outro comprador.”

M:”Se eles são muito jovens, eles pegam algo e tentam sair rapidamente do local.”

M:”Eu espero que eles peguem alguma coisa, e vou atrás deles. Quando eles estão fora da loja, peço que me mostrem o que pegaram.”

M:”Normalmente eles ficam tão chocados que me mostram imediatamente. Eles quase sempre começam a chorar e dizer que pretendiam pagar por isso. Mas dificilmente têm dinheiro para comprar qualquer coisa.”

M: “Às vezes, eles tentam fugir, mas eu sempre os alcanço e se precisar eu grito, uma vez tive de pegar um táxi, pois a moça pegou e entrou num ônibus e nós a perseguimos, e pedimos para o motorista parar e ele entendeu o que estávamos fazendo. A menina estava segura de que tinha escapado e ficou surpresa quando a pegamos.”

M: “Quando são mais velhos, eu os paro na porta e solícito para mostrar o que pegaram peço que me entreguem e nunca mais voltem”.Apenas uma vez a situação ficou feia para Mary, M: “um homem depois que o peguei me empurrou e entrou em um carro. Mas peguei o número da placa e liguei para a polícia“.

Eles o detectaram minutos depois e descobriram que ele era um criminoso violento e tinha passagem pela polícia.Embora a média de idade dos infratores seja de menos de 17 anos ela não fica com pena deles?

M: “NÃO. Nunca. Diz ela, costumava me chatear no início. Mas não mais. Não”M:“Eles cometeram um crime e tem que pagar por isso.”

O que sua família pensa sobre seu trabalho? A mãe dela morreu há dois anos.

M: “E meu pai pensa que estou brincando quando lhe conto o que faço.”

Para seu patrão Stephen Fitzlomn sem ofendê-la acredita que elas sejam como um cão treinado em procurar trufas e ela faz muito bem e, obviamente Mary concorda com isso, piscando com seus cílios postiços.

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