Justiça afirma que houve constrangimento ilegal na prisão de Belo

O cantor foi preso no dia 17 de fevereiro, quatro dias após cantar em show com aglomeração no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro

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Nesta quarta-feira (10), o procurador José Luiz Martins Domingues foi favorável ao habeas corpus que mantinha Belo em liberdade no processo em que ele é investigado por promover um show no Complexo da Maré em meio à pandemia.

No documento, o procurador afirma que houve constrangimento ilegal em sua prisão e, além de manter o cantos em liberdade, ele descarta nova detenção.

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“A prisão cautelar possui requisitos a serem preenchidos e deve ser a última ratio. Noutro giro, alegação de cunho meritório, no tocante à inocência do paciente, uma vez que teria apenas sido contratado para a realização de um espetáculo. O parecer é no sentido do conhecimento e, comprovado o alegado constrangimento ilegal, no mérito pela concessão da ordem, consolidando-se a liminar deferida”, escreveu o procurador José Luiz Martins Domingues em sua decisão.

Em entrevista à coluna de Leo Dias, do Metrópoles, Belo afirmou que está à base de remédios desde que foi preso. “Não cometi nenhum crime. Eu só quero cantar, vivo para isso. Sempre acreditei na Justiça e a honra será em dobro em nome de Jesus. Mas me faz muito mal falar disso tudo. Agradeço muito aos meus fãs e a minha família que sempre estiveram ao meu lado e a Deus, pois sem a força d’Ele não teria passado por tudo isso”, declarou o artista.

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