Justiça autoriza quebra de sigilo telefônico de Belo

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Na última quarta-feira (03), a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra do sigilo dos dados telefônicos, informática e telemática do cantor Belo e dos sócios da empresa Série Gold Som e Iluminação, Célio Caetano e Joaquim Henrique Marques Oliveira. As informações são do Splash.

Os três estão sendo investigados pelos crimes de infração de medida sanitária, crime de epidemia, invasão de prédio público e associação criminosa após a realização de um show clandestino no Ciep Professor César Pernetta, no Complexo da Maré, no dia 12 de fevereiro.

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De acordo com informações do UOL, o advogado de Belo, Jefferson de Carvalho Gomes, disse que já teve acesso à decisão, mas que a defesa ainda não foi intimada oficialmente sobre a questão. A quebra do sigilo do cantor foi criticada pelo advogado. “Não vejo necessidade nessa decisão, já que a gente apresentou no dia da prisão os contratos e comprovantes de pagamentos apontando quem pagou, de onde veio o dinheiro (…) Mostramos que o show, da parte do Belo, estava dentro de licitude e que não havia nada ilegal”.

Segundo o advogado, o contrato do evento foi firmado entre a Leleco Produções e a Belo’s Music. “No contrato tem uma cláusula expressa que a responsabilidade pela logística era da contratante e que caberia a Belo’s Music somente estar lá na hora e dia marcado. Qualquer outra contratação como iluminação, palco, é da Leleco com terceiros”, disse o advogado.

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