K-Pop: Seungri do BIGBANG é condenado a 5 anos de prisão

ídolo de K-pop é preso após acusações serem alegadas verdadeiras.

Publicado em 9/8/2021
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Em fevereiro de 2019, o ex-integrante do BIGBANG, Seungri, foi citado como a figura principal no escândalo “Burning Sun”. Ele foi então indiciado em janeiro de 2020, após ser investigado por promotores e pela polícia por aproximadamente um ano. Seungri foi indiciado sem detenção final após a rejeição de dois mandados de prisão, e depois se alistou nas forças armadas em março de 2020, e está em julgamento há 11 meses como soldado.

(FOTO: Reprodução)

Na 25ª audiência em 1º de julho deste ano, realizada no Tribunal Militar Conjunto do Comando de Operações Terrestres em Yongin-si, Gyeonggi-do, a promotoria militar solicitou uma sentença de cinco anos de prisão, juntamente com 20 milhões de won (quase U$ 17.650) multa para Seungri. A acusação explicou que o cantor cometeu crimes de forma consistente ao longo de vários anos. Por causa desses crimes alegados, Seungri foi indiciado por nove acusações.

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As acusações de Seungri incluem peculato, jogo habitual, compra de serviços de prostituição, mediação de prostituição, instigação de violência especial, violação da Lei de Casos Especiais Relativos à Punição, etc. de Crimes Sexuais, violação da Lei de Transações Cambiais, violação do Saneamento Alimentar Lei e violação da Lei de Punições Agravadas, etc., de Crimes Econômicos Específicos.

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Destas nove acusações, o ex-membro do BIGBANG negou oito delas, mas ele admitiu uma violação da Lei de Transações de Câmbio. Em resposta ao pedido do Ministério Público militar, o advogado de Seungri afirmou que o público fez inúmeras acusações contra seu cliente (Seungri). Ele acrescentou que a empresa investigadora deve fazer seu julgamento por meio de verificação cuidadosa, não pela opinião do público.

(FOTO: Reprodução)

O advogado de Seungri prosseguiu dizendo que a promotoria e as agências de investigação devem apresentar provas estritas de certos fatos das acusações contra o ex-ídolo do K-pop.

Cantor de K-pop é indiciado a prisão por prostituição de mulheres

Ex-membro do grupo de k-pop Big Bang, Lee Seung Hyun, conhecido como Seungri, teve sua prisão pedida pela procuradoria por cinco anos. O cantor tem sido há mais de 1 ano acusado de cometer nove crimes. Prostituição de mulheres sul-coreanas em benefício próprio é um deles.

Seungri participou de uma audiência no Tribunal Militar Geral da Coreia do Sul e se abalou ao receber inúmeras acusações. Dentre elas estão: compra de serviços de prostituição, mediação de prostituição, peculato, instigação especial de violência e por ter violado a Lei de Punição Agravada e de Crimes Econômicos Específicos, de acordo com o site Allkpop.

(FOTO: Reprodução)

O ex-artista de k-pop negou todas as acusações das investigações que vêm acontecendo desde 2019. De acordo com ele, seria culpado apenas na que se refere à Lei de Transações de Câmbio. Ele nega com afinco que tenha colocado mulheres na prostituição a lucro próprio recebidos de investidores financeiros. Além do pedido de prisão, a procuradoria também solicitou o pagamento de uma multa no valor de US$ 17 mil (sendo equivalente a R$ 85 mil). Seungri pediu desculpas para todos os seus entes queridos durante a audiência.

Quando o escândalo veio à tona, em 2019, o cantor anunciou em seu Instagram que estaria se aposentando da indústria do entretenimento. Por conta do alvoroço, a YG Entertainment, agência que fazia parte, sofreu uma queda de quase 16% nas ações, um valor brusco comparado ao lucro que a empresa gera.

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Seungri estreeou como cantor em 2006 junto com outros quatro integrantes do Big Bang, sendo eles: G-Dragon, T.O.P, Taeyang e Daesung. Graças ao grupo adquiriu extrema fama sendo bastante aclamado por toda a Ásia.

(FOTO: Reprodução)
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