Kelly Key relembra auge da carreira e diz: “O tempo voa!”

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A cantora Kelly Key deu uma entrevista ao site GShow e relembrou o auge de sua carreira, o hit “Baba”, desejos que teve e o momento que vive atualmente, aos 37 anos.

Ela ainda disse se sentir diferente da mesma pessoa que era em 2001. “Comecei aos 17 anos e o que vejo é que não mudou a minha responsabilidade. Sempre fui jovem e imatura, mas sempre fui muito responsável. Eu entendia a minha importância para o público. O balanço que faço é que é muito mais legal ser reconhecida pela Kelly pessoa, pelas minhas qualidades e defeitos, pelas minhas conquistas. Achava muito legal quando a música chegava em 1º lugar nas paradas. Mas ser abordada nas ruas e nas redes sociais dizendo que você é uma referência como mulher, mãe e esposa é muito melhor”, disse Kelly.

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Ao falar do passado, a cantora diz: “O que passa na minha cabeça quando olho pra trás é não acreditar que se passaram 20 anos (risos). O tempo voa! A gente piscou e você já está lá na frente! Eu tenho muito orgulho da minha caminhada, da minha trajetória, do que eu passei. Foi tudo sempre muito intenso, muitas noites sem dormir, porque quem trabalha com música é desta forma. É muito legal olhar pra trás e ter essa noção”, ela disse.

Kelly Key também disse que conseguiu realizar todos seus sonhos na música. “Dentro da música eu sou uma mulher muito realizada, sempre curti cantar. Fui onde eu achava que era possível, tanto emocionalmente quanto fisicamente. Eu que decidi não lançar nada durante 7 anos, porque eu estava esgotada. Precisei parar, porque eu precisava ser mãe em tempo integral, dar estrutura emocional para meus filhos. Eu era muito jovem e já com responsabilidades muito grandes. Ganhei premiações em várias categorias e nesse hiato da música, nesse meio tempo, fiz muitos trabalhos na televisão e nas redes sociais. E aí, eu posso ser tudo o que eu quero ser e continuar sendo mãe. E isso pra mim é uma realização, poder ser tudo 100%”, ela contou.

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Ao falar de arrependimentos, a cantora compartilhou: “Já deixei de fazer viagens por cansaço, por esgotamento, mas não me arrependo de nada. Sempre fui dentro do meu limite. Nunca me comprometi com algo que eu fosse entrar em desespero. Porque gosto de cumprir com o que me comprometo. Sou muito grata e orgulhosa de tudo o que fiz”, a carioca disse.

Kelly também compartilhou momentos marcantes que viveu.  “Lembro de vários momentos marcantes. Teve um muito especial, em que eu estava saindo de um shopping no Rio de Janeiro com o meu pai e a gente ligou a rádio e a minha música começou a tocar. Foi o meu primeiro sucesso, uma música chamada “Escondido”, antes do estouro de “Baba”. E eu só ficava imaginando as minhas amigas da escola escutando. Porque eu não era do grupo das populares”, ela disse.

Ainda confessou que quando era mais nova, era tímida. “Eu era aquela menina tímida, que andava com os meninos, porque eles eram mais divertidos. Então quando minha música começou a tocar eu pensei: ‘Uau, agora está todo mundo escutando!’. Eu só tinha 17 anos e só queria que as meninas da escola ouvissem! (risos). E outro momento marcante foi quando eu tive a percepção que não foram só as meninas da escola que estavam ouvindo e, sim, o mundo inteiro. Porque o meu trabalho teve uma repercussão muito grande internacionalmente e eu pude lançar CD em espanhol, em inglês, ser premiada em outros países com vendagens de CDs, então isso foi muito marcante. Pude participar de festivais internacionais que me colocava em posições muito importantes como cantora“, contou a cantora.

Kelly Key está atualmente em Portugal e aproveitou a oportunidade para compartilhar um pouco sobre a estadia no país. “No início da quarentena passei 3 meses no Brasil e depois vim para Portugal. Fiquei muito reservada em 2020. Acho que cada um lidou de uma forma diferente, mas foi um ano transformador para todos. Minha turnê tinha sido cancelada, então cancelei todos meus compromissos e viajamos. Porque meu marido (Mico Freitas) tem empresas aqui e também temos família aqui. Mas agora é a hora de voltar e, principalmente porque está um inverno muito grande. Precisamos fazer outras coisas também, mas não penso em mudar do Brasil. Temos casa em Portugal e Angola, então viajamos todos anos para todos os lugares, pois temos negócios nos 3 países, fora do universo da música. Neste ano de 2021, por exemplo, vamos precisar nos dedicar mais a Angola. Mas a gente está respeitando todas as regras de segurança para poder trabalhar da melhor maneira possível”, ela disse.

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