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A cantora norte-americana Lady Gaga (FOTO; Reprodução)

Em entrevista recente para a Billboard, Lady Gaga revelou que gravou um videoclipe para a faixa 911. Sobre a gravação do clipe, a cantora disse que “se sentiu viva a fazendo, talvez mais viva do que em qualquer outro ponto na criação de Chromatica”.

E nesta sexta-feira (dia 18), a cantora divulgou um curta-metragem pra ilustrar o novo single. A letra da música diz: “Não consigo me ver chorar, não consigo me ver chorar nunca mais. Não consigo me ver chorar, não consigo me ver chorar, este é o fim”.

E continua: “Meu maior inimigo sou eu, disque 911. Meu maior inimigo sou eu, disque 911. Meu maior inimigo sou eu desde o primeiro dia. Disque 911, e então depois tome outro tipo de ajuda”.

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Vale lembrar que 911 é o número discado nos Estados Unidos para reportar qualquer tipo de emergência. Fica a dica para quem assistir ao clipe cheio de simbologias sagradas e que tem um final surpreendente além de impactante.

Assista abaixo:

A cantora também fez um longo desabafo sobre as gravações do clipe em uma postagem no Instagram.

“Este curta é muito pessoal para mim, minha experiência com saúde mental e a forma como a realidade e os sonhos podem se interconectar para formar heróis dentro de nós e ao nosso redor. Gostaria de agradecer ao meu diretor / cineasta Tarsem por compartilhar uma ideia de 25 anos que ele teve comigo porque minha história de vida falou muito com ele. Gostaria de agradecer à Haus of Gaga por ser forte por mim quando eu não era, e à equipe por fazer este curta-metragem com segurança durante esta pandemia, sem que ninguém adoecesse. Já se passaram anos desde que me senti tão viva em minha criatividade para fazer juntos o que fizemos com o “911”. Obrigado @Bloodpop por confiar em mim para produzir um disco que não se esconde em nada além da verdade. Finalmente, obrigado Little Monster. Estou acordada agora, posso ver você, posso sentir você, obrigado por acreditar em mim quando eu estava com muito medo. Algo que antes era minha vida real todos os dias agora é um filme, uma história verdadeira que agora é o passado e não o presente. É a poesia da dor”.