Marilyn Manson é processado por ex-assistente por agressão sexual

O músico ainda teria se gabado de sair impune dos estupros que cometeu

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As polêmicas envolvendo Marilyn Manson não param! Agora, o artista está sendo processado por Ashley Walters, sua ex-assistente, por agressão sexual, agressão e assédio ela está fazendo algumas alegações perturbadoras.

De acordo com os documentos, obtidos pelo TMZ, Walters afirma que Manson uma vez disse durante uma gravação de vídeo que “amava quando as garotas pareciam ter acabado de ser estupradas”.

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No processo, Walters também afirma que Manson costumava direcionar ataques de raiva contra ela quando estava sob efeitos de droga, e ela diz que ele até se gabou por ter escapado impune de estupro. A ex-funcionária também afirma que ele disse que queria matar as mulheres com quem se relacionava.

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A ex-assistente de Manson afirma que o suposto assédio começou no momento em que ela conheceu Manson pessoalmente em maio de 2010. Segundo ela, o artista a convidou para sua casa em West Hollywood, pediu que ela tirasse a blusa e a prendeu em uma cama, tentando beijá-la, mordendo a orelha e forçando a mão dela em sua calça.

Nos documentos, Walters afirma quando Manson terminou seu relacionamento com a estrela de “Game of Thrones” Esme Bianco em junho de 2011, Esme disse a ela para sair de sua casa porque Esme pensou que Manson “seria perigoso”. Como informamos, Esme entrou com seu próprio processo contra Manson por estupro.

Walters alega que Manson ficou furioso e a despediu depois de descobrir que ela estava se encontrando com Esme. Ela diz que ele a recontratou uma semana depois, e eventualmente começou a repreendê-la e a fez trabalhar por 48 horas seguidas, incluindo ficar 12 horas em uma cadeira sem se mover enquanto tirava fotos dele.

Ela diz que Manson a despediu definitivamente em outubro de 2011, mas continuou a ameaçá-la física e verbalmente.

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