axl rose
O músico norte-americano Axl Rose (FOTO: Reprodução)

Em 2002, um caso de assassinato foi resolvido com uma “ajuda” da banda Guns N’ Roses. Esta é uma matéria do Tenho Mais Discos que Amigos.

O norte-americano Justin Barber e sua esposa April Barber, eram um casal bem-sucedido financeiramente e estavam juntos há três anos morando na Flórida depois de um casamento em Bahamas.

Entretanto, no dia 17 de Agosto de 2002, April foi assassinada durante um passeio pelo parque estadual de Guana River e Justin teria sido encontrado algum tempo depois com quatro ferimentos de bala, que o levaram a passar o dia no hospital mas foram considerados “superficiais”.

Quando tentou explicar o que ocorreu, Barber se confundiu e deu poucos detalhes. Fazendo com que os detetives suspeitassem do envolvimento dele no crime.

VEJA TAMBÉM: Rihanna debocha de Donald Trump com vídeo de flagra da esposa do presidente

A perícia logo foi atrás de informações sobre a vida do casal e descobriram diversas questões de Justin que poderiam servir como motivos. Um exemplo é que ele teve pelo menos cinco casos durante os seus anos de casado, mas o principal indicativo de seu envolvimento foi uma dívida.

Segundo as informações do The Sun, ele teria tido um prejuízo de cerca de US$58 mil com seus investimentos e vinha acumulando gastos em seu cartão de crédito. Ao mesmo tempo, a esposa tinha uma apólice de seguro de vida no valor de US$2 milhões e isso foi encarado como uma oportunidade.

Em meio a tudo isso, Barber teria feito download de 16 músicas no dia em que a esposa foi morta e uma delas era justamente “Used to Love Her”, do Guns N’ Roses. A faixa tem justamente os dizeres “Eu costumava amá-la / Mas eu tive que matá-la” e foi a única apagada após o assassinato, encontrada apenas após a perícia.

Isso acabou sendo um fator determinante na decisão do júri, que por 8 a 4 votou em pena de morte para Barber. Eventualmente, ele foi condenado à prisão perpétua sem direito de condicional e a Justiça agradece pelo serviço de Axl Rose e companhia para o bem.