O dia em que Kurt Cobain foi preso por polêmica gay

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Kurt Cobain, vocalista do Nirvana, deixou um enorme legado e marcou uma geração com hits como Smells Like Teen Spirit, Come As You Are e In Bloom. O representativo cantor, nomeado como a voz de uma geração, foi um dos mais importantes artistas da história da música.

Mais do que artista, Kurt também foi um pioneiro na militância por causas sociais. Principalmente em relação à homofobia e ao sexismo, Cobain saiu em defesa desses movimentos em diversos momentos.

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Em um certo momento, ele chegou a se revelar gay dizendo que isso apenas irritaria os homofóbicos, a um grupo machista de artistas do rock and roll e até mesmo sua mãe. “Não sou gay, mas desejava ser, só para chatear os homofóbicos”, comentou.

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Ele também chegou a declarar: “estou enojado com minha apatia e da minha geração, que deixa que continue e não enfrenta o racismo, o sexismo e a homofobia”.

Contudo, uma ocasião desse tipo fez com que o famoso fosse preso pela polícia dos Estados Unidos. Quando ainda vivia em Aberdeen, Seattle, sua cidade natal, Cobain foi responsável por uma enorme confusão.

Ele amava sair pelas ruas com uma lata de tinta spray para pichar paredes e carros. Ainda que isso claramente fosse um crime em alguns locais, o cantor apelou: a frase escolhida para a pichação foi: “Deus é Gay”.

O fato gerou uma enorme polêmica. Criticado e aplaudido, o Kurt Cobain que faleceu em 1994, continuou sendo uma das figuras mais importantes da música e foi solto pouco tempo depois do ato. 

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