Paul McCartney
O cantor britânico Paul McCartney (FOTO: Reprodução)

O cantor Paul McCartney revelou momentos bem íntimos protagonizados junto com os outros integrantes dos Beatles. Em entrevista à revista GQ, o roqueiro contou já ter se masturbado algumas vezes ao lado de John Lennon e os demais companheiros de banda.

“Foi assim, eu estava na casa do John e era um grupo pequeno. E ao invés de ficarmos bêbados e dar uma festa, eu nem sei se íamos passar a noite lá ou algo assim, nós estávamos sentados nessas cadeiras e as luzes estavam apagadas e alguém começou a se masturbar, então todos fizemos o mesmo”, revelou o músico.

McCartney ainda lembrou que junto com os outros começaram a brincar gritando nomes de musas como “Brigitte Bardot” como “estímulo” e que a brincadeira acabou após Lennon gritar o nome “Winston Churchill.”

O famoso assegura, porém, que o momento não era algo comum entre eles. “Eu acho que foi uma vez só. Talvez duas”, disse. “Não era algo grande. Mas é o tipo de coisa em que você não pensa muito. Era só uma coisa de grupo. É, é um pouco pervertido quando você pensa nisso.“

“Tem tantas coisas que você faz quando é jovem e depois pensa ‘nossa, eu fiz mesmo isso?’. Mas era uma diversão inocente, ninguém se machucou. Nem a Brigitte Bardot”,completou.

Paul McCartney revela ter visto Deus após usar droga alucinógena

Nas últimas semanas, Paul McCartney tem comentado de maneira franca a relação que teve com as drogas na juventude. Após revelar que foi preso no Japão por porte de maconha agora, o músico agora contou que teve uma experiência quase divina ao usar um tipo de entorpecente.

McCartney revelou ao Sunday Times a história de quando usou DMT (ou dimetiltriptamina) acompanhado de Robert Fraser, um famoso empresário de artes de Londres que faleceu ainda nos anos 80. De acordo com o relato do ex-beatle, a sensação foi de estar presenciando “algo maior”.

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“Nós ficamos imediatamente pregados no sofá. E eu vi Deus, essa incrível coisa imponente, e me senti honrado. E o que estou dizendo é que esse momento não mudou minha vida, mas foi uma pista. Foi enorme. Uma parede maciça da qual eu não podia ver o topo, e eu estava lá embaixo. E qualquer outra pessoa diria que foi apenas a droga, a alucinação, mas tanto Robert quanto eu pensamos: ‘Você viu isso?’ Sentimos que tínhamos visto algo mais importante”.

Vale lembrar que a DMT foi uma substância famosa nos anos 60 por conta de seu efeito alucinógeno ainda mais forte que o LSD e que cogumelos.

Nesta próxima sexta-feira (dia 03) Paul McCartney lançará seu décimo sétimo disco solo, “Egypt Station” que contará com faixas assinadas pelos prestigiados hitmakers Ryan Tedder e Greg Kurstin.