Saiba o motivo do fim da amizade entre Michael Jackson e Freddie Mercury

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O astro Michael Jackson era super fã do cantor Freddie Mercury e os dois acabaram se tornando amigos na década de 80. Na época, Freddie era vocalista da banda “Queen”, uma das maiores bandas de rock e Michael já era considerado o rei do pop, lançando um dos álbuns mais vendidos da história.

Eles tinham
desejo de trabalhar juntos em um projeto que tinha a expectativa e potencial de
se tornar a melhor parceria musical da história.

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Ambos
estavam no auge de suas carreiras, além de compartilharem um domínio do
carisma, confiança, segurança e criativo, como mostrado em seus clipes e shows.

Infelizmente a parceria musical nunca aconteceu, pois Mercury morreu de complicações da AIDS em 1991 e Jackson de parada cardíaca por uma overdose letal de medicamentos prescritos em 2009.

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Reprodução: Internet

Michael Jackson
foi ao show da banda Queen e conheceu Freddie Mercury nos bastidores, junto com
os outros integrantes.

“Nos
primeiros dias, três, quatro anos atrás, ele costumava assistir nossos shows no
The Forum, em Los Angeles, e acho que ele gostava de nós e então eu o conheci”,
disse Mercury à jornalista Lisa Robinson em uma entrevista de 1983.

“Ele
continuava vindo para nos ver e, em seguida, começamos a conversar e, durante
aqueles dias, saímos juntos. Me lembro de sair para jantar com ele.”

A amizade então
surgiu entre eles, além da admiração mútua. Rolling Stone documentou em 1983,
uma história durante uma das visitas de Michael aos bastidores para ver Queen. Quando
um repórter perguntou a Jackson se ele era fã do Queen, ele respondeu: “Sou fã
de Freddie Mercury”.

A história continuou dizendo suas interações: “A banda é alegre. Michael é tímido, parado quieto na porta até que Freddie o veja e salte para reuni-lo em um abraço. Freddie convidou Michael. Ele telefonou a semana toda, principalmente sobre a possibilidade de trabalharem juntos.”

“Os dois têm
sido amigáveis ​​desde que Michael ouviu o material que o Queen gravou para The
Game e insistiu que o single tinha que ser ‘Another One Bites the Dust’”, prosseguiu
a história da Rolling Stone, complementando que Jackson disse “Agora ele me
escuta, certo, Freddie?”, com Mercury rebatendo: “Certo, irmãozinho”.

“Quando estou conversando com ele, penso: ‘Meu Deus, ele tem 25 anos e eu tenho 37′”, fala Mercury sobre a diferença de idade deles naquela época. “No entanto, ele está no ramo há mais tempo do que eu.”

Reprodução: Internet

As estrelas
avançaram com a parceria, começando com as músicas do próximo álbum dos
Jacksons, de acordo com a Rolling Stone em 1983, no qual, uma história posterior
falava que era para o álbum “Hot Space” do Queen. Diferentes fontes disseram
que era para ser um álbum de duetos.

Eles começaram
trabalhar definitivamente juntos em demos para três faixas: “There Must Be More
to Life Than This,” “State of Shock” e “Victory”, em 1983 no estúdio do Michael.

“Eram ótimas
músicas, mas o problema era o tempo, pois estávamos muito ocupados naquele
período”, recordou Mercury posteriormente.

Mas o tempo
não foi o único motivo que atrapalhou.

O representante
do Queen, Jim “Miami” Beach, lembra de ter recebido uma ligação frenética de
Mercury durante as sessões. “Freddie disse: ‘Você tem que me tirar do
estúdio’”, disse Beach no documentário The Great Pretender.

Quando o
representante perguntou por que, Mercury dizia aquilo: “Porque estou gravando
com uma lhama. Michael está trazendo sua lhama de estimação para o estúdio
todos os dias e eu realmente não estou acostumado, já estou cansado e quero
sair.”

Outros documentos
revelaram que Michael Jackson não estava gostando do uso de cocaína do Freddie em
sua casa. O cantor Elton John também afirmou o vício de Mercury em usar drogas,
declarando: “Freddie Mercury era capaz de me superar nas festas, o que já quer
dizer alguma coisa. Ficávamos acordados por noites, sentados ali às 11 da
manhã, ainda voando alto.”

Reprodução: Internet

Infelizmente
as músicas que trabalharam juntos nunca foram lançadas, mas o trabalho conjunto
acabou sendo ouvido.

“State of
Shock” foi regravada pelos Jacksons e Mick Jagger e lançada como single em
1984. Mesmo tendo gravado “There Must Be More to Life Than This” como um dueto,
Mercury a regravou em uma canção individual para seu único álbum solo, Mr. Bad
Guy, lançado em 1985.

Em 2014, mais
de três décadas depois, uma versão conjunta foi lançada no álbum de compilação
do Queen de 2014, intitulado “Queen Forever”, produzido por William Orbit, que
também produziu sucessos de Madonna.

“Quando eu o
encontrei pela primeira vez no meu estúdio, me surpreendi com uma grande
quantidade de deleites oferecidos pelo maior dos músicos”, disse Orbit sobre
Michael, segundo a Rolling Stone.

“Ouvir os
vocais de Michael Jackson foi emocionante. Tão vívido, tão bacana e
comovente, era como se ele estivesse no estúdio cantando ao vivo. Com o solo
vocal de Freddie na mesa de mixagem, minha apreciação por seu presente foi
levada a um nível ainda mais alto.”

Após esse
mal convívio, a amizade entre eles foram acabando. “Eu acho que ele agora fica
em casa. Ele não gosta de sair”, disse Mercury também na entrevista com
Robinson.

“Ele diz o
que quiser, pode ficar em casa. Tudo o que ele quer, ele simplesmente compra.”

Mercury não
gostava desse estilo de vida: “Não sou esse tipo de pessoa. Eu não faria isso.
Eu ficaria entediado até a morte. Eu saio todas as noites. Eu odeio ficar em um
quarto por muito tempo de qualquer maneira. Eu gosto de ficar andando por aí.
Apenas minha abordagem individual”, finalizou.

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