Anitta
A cantora fluminense Anitta (FOTO: Reprodução)

O documentário “Vai Anitta” mal estreou na Netflix e já provocou um burburinho nas redes sociais. É que muito antes da polêmica que tomou conta das redes sociais nas últimas eleições presidenciais, que sugeria um oportunismo da cantora com a comunidade LGBT, Anitta já tinha se manifestado sobre seus ter ficado com meninas. Gravado no ano passado “Vai Anitta”, talvez tenha finalmente confirmado o que a cantora chegou a sugerir nos últimos meses: Anitta realmente faz parte da comunidade LGBT.

Na série documental, Anitta comentou o seguinte. “Sempre faço brincadeiras com essa música [“I Kissed a Girl”, da Katy Perry] e quando eu resolvi contar para minha mãe que eu tinha ficado com meninas, eu fiquei morrendo de medo da reação dela e ela foi completamente normal, como sempre, comigo. Por isso eu hoje tenho vontade de dar esse suporte a todas as pessoas que tem suas diferenças sexuais porque acho que lembro do medo que tive no dia e o alívio que minha mãe me causou. Ao mesmo tempo que eu agradeço a ela, eu tento ser um suporte a pessoas que não tiveram a sorte que eu tive”, diz.

A série acabou causando também uma situação embaraçosa com os produtores Renato Azevedo (DJ Batutinha) e Rômulo Costa, que trabalharam com a cantora ainda no início da carreira. Os profissionais não aprovaram o fato de terem sido completamente ignorados pelos seis episódios da produção.

VEJA TAMBÉM: Lady Gaga divulga cover de “Don’t Let Me Be Misunderstood” de Nina Simone

“Já esperava. O ser humano é ingrato, mas a história está aí e não se apaga. Existem registros como fotos, vídeos, programas e discos e é só ver ou procurar para descobrir onde ela começou a carreira”, explicou Rômulo Costa ao UOL. “Larissa, você pode até me tentar tirar da sua história! Mas não tem como negar que eu estava certo. Parabéns pela série no Netflix”, escreveu Batutinha em suas redes sociais.