chris cornell
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A viúva do roqueiro Chris Cornell, Vicky, está responsabilizando o médico do cantor por sua morte. De acordo com informações do site TMZ, ela entrou com um processo contra Robert Koblin, alegando que o médico chegou a prescrever remédios pesados para Cornell sem nem mesmo receber o cantor para uma consulta médica.

Segundo a viúva, Koblin prescreveu mais de 940 doses dos medicamentos Lorazepam e Oxicodona durante os últimos 20 meses de vida de Chris Cornell. O cantor, das bandas Soundgarden e Audioslave, faleceu em maio de 2017, aos 52 anos.

Mesmo Cornell sendo encontrado morto num quarto de hotel em Detroit e com as investigações concluindo que ele cometeu suicídio, Vicky defende que as altas doses dos remédios encontradas em seu organismo contribuíram para o estado mental fragilizado do cantor norte-americano.

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Vicky ainda afirma que Koblin sabia do histórico problemático de Cornell como viciado em narcóticos. De acordo com ela, o cantor passou a se consultar com o médico no ano de 2004, por indicação de um terapeuta que o ajudou na luta contra o vício.

Um dos argumentos do processo é que um dos efeitos do Lorazepam é a diminuição do autocontrole do paciente, de forma que pensamentos suicidas podem se tornar mais frequentes. Koblin, aparentemente, não teria alertado Chris Cornell sobre nenhum dos efeitos colaterais do remédio. A viúva e os dois filhos do roqueiro estão processando o médico em busca de uma compensação monetária pelo erro médico, embora um valor real não tenha sido divulgado.