Zezé Di Camargo lamenta a morte do pai: “Ainda dói muito”

O músico falou da falta que seu pai faz

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Zezé Di Camargo e Luciano completam 30 anos de carreira nesta segunda-feira (19), e o vocalista da dupla sertaneja teve uma entrevista exclusiva com Fábia Oliveira, do “O Dia”.

Durante a conversa com o site, o sertanejo ainda revelou como compôs “É o amor”, um dos maiores sucessos da dupla, da saudades de seu pai, falecido há cinco meses.

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Confira alguns trechos da entrevista realizada por Fábia Oliveira.

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Durante a entrevista, o cantor foi questionado se esperava todo esse sucesso, com “É o Amor”. “Não. Quando a gente faz uma música por mais experiência que você tenha não dá para dimensionar o tamanho que ela vai ser e isso depende de vários fatores”, o músico disse.

“Quando eu cantei ‘É o Amor’ pela primeira vez, depois de ter levado três horas compondo desde a concepção até a última estrofe, eu sabia que tinha feito uma grande música, uma música bonita. Tanto que eu cantei várias vezes só com a minha voz e o violão e fiquei emocionado“, relembrou.

O site ainda tocou em um assunto delicado e recente, a morte do pai do músico, seu Francisco que faleceu há cinco meses. “São cinco meses, mas parece que foi ontem porque ainda não cicatrizou a ferida e acho que nunca vai cicatrizar. Pode diminuir o tamanho, mas é uma ferida que vai ficar aberta”, contou..

“A saudade aumenta a cada dia e eu vejo muito ele aqui na fazenda. Evito ao máximo de ver as minhas postagens com ele. Ainda dói muito a falta do meu pai. Já acordei várias vezes assustado em saber que ele não está mais aqui. A mesma sensação que tive com o Emival, que morreu muito novo. O que me alenta é que eu honrei muito o meu pai e a minha mãe e que amei ele demais”, disse Zezé di Camargo.

Zezé e seu pai, seu Francisco (FOTO: Reprodução)

Para ter acesso a entrevista completa, acesse aqui.

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