Joss Stone revela ter sido presa durante deportação no Irã

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Na última quarta-feira (dia 3), a cantora Joss Stone acabou sendo deportada do Irã. As autoridades locais estavam desconfiadas que ela fosse fazer um show ao vivo no país, de acordo com uma publicação feita em seu Instagram e decidiram retirá-la de lá.

Leis iranianas proíbem a presença de qualquer artista feminina solo, portanto apresentações em público não são permitidas. Mesmo a inglesa sabendo disso e negando que iria se apresentar no país, os fatos não foram o suficiente para os responsáveis acreditarem nela. A cantora soul seguia fazendo uma turnê em locais poucos visitados por músicos renomados, e esta apresentação marcaria a última da lista.

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A cantora publicou uma longa mensagem sobre o acontecido, contando que foi colocada na chamada “lista negra” de viajantes do país além de ter ficado atrás das grades. Veja a íntegra da postagem abaixo.

Então, nossa última parada seria o Irã. Nós sabíamos que não poderíamos fazer um show público, pelo fato de eu ser mulher e ser ilegal nesse país. Pessoalmente, não gosto da ideia de ficar em uma prisão iraniana, nem estou tentando mudar a política dos países que visito, e não quero colocar outras pessoas em perigo.” conta Joss. “Entretanto, parece que as autoridades não acreditaram que não faríamos um show, então eles nos colocaram no que eles chamam de ‘lista negra’, e descobrimos isso somente quando chegamos à sala de imigração.” continua, elogiando os agentes logo em seguida. “Depois de discussões longas com os agentes mais amigáveis e acolhedores, foi tomada a decisão de nos colocarem em detenção durante a noite e nos deportar de manhã. Claro que eu fiquei arrasada. Tão perto e tão longe, este momento quebrou um pedaço do meu coração. Mas então eu percebi o lado bom da coisa.”, acrescenta Joss Stone.

Eles foram muito gentis com a gente, e eu até comecei a questionar isso tudo. A questão ficou na minha cabeça, estariam eles apenas criando uma falsa sensação de segurança para que pudéssemos entrar em nossas celas silenciosamente sem fazer drama? Não, essas pessoas são genuinamente simpáticas e se sentiram mal por não poderem ir contra o sistema.”.

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